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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Eddy Khaos no LITERATURA , POESIA E ARTE do Jornal de Sumaré .


Eddy Khaos e um grupo super talentoso de poetas fazendo essa página maravilhosa LITERATURA , POESIA E ARTE do Jornal de Sumaré
.
Poesia é um gênero literário caracterizado pela composição em versos estruturados de forma harmoniosa. É uma manifestação de beleza e estética retratada pelo poeta em forma de palavras. No sentido figurado, poesia é tudo aquilo que comove, que sensibiliza e desperta sentimentos.



sexta-feira, 28 de junho de 2013

Sorry





Sorry

Sorry meu  amor...

Talvez eu tenha  errado  com  você.
Mais o erro esta no ser humano...

Sorry meu amor...

Por lhe desperta o sentimento de tristeza.
Sou humano que era e assuma seus erros...

Sorry meu amor...
Isso nunca mais ira acontecer

Sorry meu amor...
Pois sei que nunca mais errarei
com você

Sorry...

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O espelho




Espelho forjado das areias do tempo,
e das lágrimas do Destino.
Espelho de contornos e formas delicadas.
Espelho que guarda o segredo de magias,
ancestrais...

Espelho que refrete os desejos ocultos.
Espelho de mentiras e verdades.
Espelho de lágrimas e solidão.
Espelho de tristezas e alegrias.
Espelho de certezas e incertezas...

Espelho de mundos e dimensões.
Espelho de anjos e demônios.
Espelho de homens, deuses e imortais.
Espelho de fadas, ninfas e duendes.
Espelho de beleza imaculada e pureza divina...

Espelho que tudo ver.
(imagem, formas e paisagens)
Espelho que tudo ouve.
(gritos, ruídos e suspiros)
Espelho solitário aprisionado pelo silencio mórbido...

Espelho... Espelho meu. -Diga-me se existe alguma,
divindade mas bela do que eu?
Espelho a brilhar refletindo a verdade solicitada.
Fúria no olhar... Véu do ódio a circular.
Espelho a se quebrar...

Espelho em pedaços... Estilhaços ao chão.
Verdades refletidas... Espelho destruído.
Magia libertada... Agressor derrotado.
O espelho se dissolve... Se transformando em areia.
Areia do tempo envolvida pelo sopro do Destino...

Eras se vão... Deuses e homens encontrão seu fim.
É no sessar da dança hipnótica das areias do tempo,
a lagrima que escore da face do Destino.

O espelho ressurgir.
Para nunca mais encontra seu fim.


http://eddy-khaos.blogspot.com.br/

ESSE TEXTO FAZ PARTE DO LIVRO O ESPELHO DO AUTOR EDDY KHAOS

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O Vale da Sombra da Morte




Sobre a penumbra que nos envolve
Lembro-me com tristeza e pesar.
Do último brilho da luz divina que contemplei aos pés
da escadaria do trono celestial.
Antes da queda ao abismo sem volta da escuridão.

Nossas asas eram brancas de envergadura sem igual.
Agora a escuridão nos tomou por completo.
As transformando em asas negras como
o breu que nos envolve.

Éramos a elite alada!
Sobre o comando de Lúcifer.
O filho do alvorecer.

Foram traídos por aquele que sempre lutaram
sem nunca hesitar.
O dito Estrela da Manhã.
Uma armação do mais belo Arcanjo para usurpar
o trono de seu Pai.

Fomos envolvidos em uma trama
diabólica e sem escrúpulos.
Julgados e sentenciados.
Sem direito a defesa.

Acuados e derrotados
Fomos lançados
Ao destino do abismo de outrora.

Alguns pereceram na terrível queda!
Outros se entregaram ao abraço da loucura
dando cabo de sua própria essência angelical.
Agora caminhamos
Sobre o vale das sombras da Morte.

Anjos caídos!
E sem destino.
Muitos sucumbiram à escuridão perdendo a sua luz.
Se transformando em criaturas horrendas que hoje
chamamos de demônios.


ESSE TEXTO FAZ PARTE DO LIVRO O ANJO POETA DO AUROR EDDY KHAOS

sábado, 4 de agosto de 2012

A vida de um Vampiro


Poema extraído do Diário do vampiro kain. Originalmente publicado no livro Poetas de sampa da editora Sapere.

"Para Nicole F. Weiss e todos os amigos que aparecem por aqui ^^



A vida de um Vampiro


A vida de um vampiro é gélida e obscura.
É uma existência solitária e conturbada,
é um mergulho de olhos vendados,
Em um mar de desilusões.

A vida de um vampiro é um vasto campo,
De sepulturas vazias onde o tempo,
O matem, como prisioneiro.
Em sua prisão de paredes invisíveis.

A vida de um vampiro é o reflexo de tudo que é belo,
Seus olhos são esferas de jade,
Que emitem um fantástico brilho sobrenatural,
Beleza perfeita, o rosto pálido e gélido,
Esculpido pelo mármore das eras.

A vida de um vampiro é regada a sangue rubro,
De inocentes que saciam sua sede insana.
Aprisionado pelo tempo,
Castigado pelas lembranças,
Esquecido pela morte.

A vida de um vampiro é envolvida pela luxuria,
Dor, ódio e sofrimento.
Expulso do céu, banido do inferno,
Castigado por todos.

A vida de um vampiro é uma eterna e frenética
jornada sem inicio, meio ou fim.
Um circulo vicioso de idas e vindas,
Casos e acasos,
Encontros e desencontros.

A vida de um vampiro e um véu de ônix,
Que filtra a luz e a transforma em escuridão.
Escuridão que envolve e aquece,
O seu profano coração.

A vida de um vampiro é um olhar no passado,
no presente e no futuro.
É a busca desenfreada e sem escrúpulos,
Pela alma perdida e a humanidade esquecida.


A vida de um vampiro é o pecado perfeito,
Que todas as regras divinas desafiam.
Pode lhe conduzir ao mundo dos mortos,
Assim como pode lhe dar uma nova vida,
Regada pela eternidade.

A vida de um vampiro é simplesmente perfeita,
Independente de tudo que ocorrer.
Sabe por quê?

Por que sou um vampiro.
E tudo de belo e sobrenatural,
que existe nesse vasto mundo,
Habita em mim.

Então cuidado ao caminhar sobre o véu,
Solitário da noite,
pois posso estar lá a te espreitar.

By: Eddy Khaos

terça-feira, 12 de junho de 2012

Dia dos namorados

Dia dos namorados


Uma data para comemora.
Uma data tão festejada pelo mundo.
Seja pelos presentes, beijos ou caricias.

Seja pelas loucuras momentâneas.
Ou pelas atrapalhadas declarações, de amor.
Tudo e valido. Da mas simples palavra.
Ao mas requintado dos poemas.

No improviso da vida!
Seguimos em nosso caminho.
Cada dia e um verso.
E cada verso e o desperta de um sentimento.

Eternos enamorados.
Entrelaçados pelo destino.

Se você e a bela!
Posso disser que sou a fera.
O yin yang perfeito.
Em um mundo tão imperfeito.

Minha amiga
Minha amada
Minha diva
Minha namorada.


Por: Eddy Khaos

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A queda da primeira mulher


A queda da primeira mulher



Eis, filha das trevas e da solidão.
Carrega contigo magia, espada e coração.
Na trilha do destino ouvindo uma bela canção.
Traída por aquele que amou.
Que chamam de Adão.

Expulsa do paraíso por não aceita seus caprichos,
Lilith, Deusa mulher!
Filha do mundo e a mãe amargurada...
Senhora de todos os demônios.
Que só deseja ser amada.

Angustiada!
Aprisiona-se ao seu trono solitário,
feito carrapicho.

A queda da primeira mulher.
Foi assim que a historia chamou.
Nem por isso seus encantos se penderam.

E muitos que a amaram.
Pereceram diante de sua pele pálida,
e seus lábios gélidos.

Agora jaz uma deusa do sangue maldito,
Dama de todos os prazeres e dito.
Mais prisioneira de seus próprios caprichos.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Os opostos





Os opostos


Da loucura a sanidade.

Da sanidade a loucura
Vida e morte.
Morte e vida.

Sorriso e tristeza.
Tristeza e sorriso.
Dia e noite.
Noite e dia.

Luz e escuridão.
Escuridão e luz.
Vai e vem.
Vem e vai.

Sol e lua.
Lua e sol.
Homem e mulher.
Mulher e homem.

Seco e molhado
Molhado e seco.
Branco e preto.
Preto e branco.

Seco e molhado.
Molhado e seco.
Cachorros e gatos.
Gatos e cachorros.

Anjos e demônios.
Demônios e anjos.
Da criação a destruição.
Da destruição a criação.

Os opostos são mesmo assim
Sem odeiam constantemente
Deis dos tempos de outrora.

Mas um!
Não vive sem o outro.
E assim sempre será.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Mais ou menos assim



Mais ou menos assim


Manhã gélida.
Vinho gelado, perfume barato,
marca de batom na camisa,
amarrotada...

Tarde em ressaca.
Marca de unhas. Costa ferida
lábios sangrando, cabeça girando,
o entardecer chegando.

Noite chuvosa.
Lareira acesa, musica tocando, roupas
espalhadas, cama revirada o anoitecer
contagiando

Madrugada silenciosa.
Corpos nus se entrelaçados, sexo a mostra
amantes casados descansam sobre o véu da
madrugada.

sábado, 3 de março de 2012

O vinho da angustia



O vinho da angustia


Tiros! E correia e tudo o que me lembro
Uma criança chorando sobre o colo de uma
mãe a debulhar-se em prantos..

Em um ato heróico lanço-me sobre o ar para
uma bala certeira meu coração perfurar.

Gélido, mórbido e tentador
No jardim da Morte sobre
uma mesa de mármore branco.

Vinho da angustia!
Servido habilmente por suas mãos
pálidas em um cálice de tristeza.

A Morte me sorri.
Convidando-me a brindar.
Um brinde silencioso diante
de vosso altar.

Liquido rubro e indigesto,
que escore por minha garganta
circulando por minhas veias.
E roubando minhas lembranças.

Talvez seja esse liquido precioso.
A recompensa pela minha pequena
façanha.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O brinquedo de Carmilla


Bela arte do amigo Umberto Buffa a ilustrar o poema


O brinquedo de Carmilla


Essa foi a noite nublada e escura
Quando fui a sua casa jovem bruxa
Agora há apenas um domínio silencioso
Carmilla era o seu nome
E seus olhos tão estranho

Eu sempre fui um vencedor
Um santo e um pecador
E sempre frio como gelo
E ela só veio para dizer meu último adeus

Em um espelho
Eu vi uma imagem da minha alma
torturada e acorrentada.
Condenado a morrer sozinho
Não foi possível me mover quando você veio
a mim tão bela e mortal em seu vestido branco
Não podia gritar! Quando você me beijou,
através da noite
Eu estava tão petrificado

Logo virá um tempo
que o sangue funcionará como
o vinho para sacia a sede imortal
Eu me agaro a um espelho enquanto
caio para o abraço da morte
Sinto que estou a desaparecer

Em um vidro quebrado
Eu vi os estilhaços da minha carne
Eu estava sendo abraçado pelo vazio escuro
Agora eu entendo que era sua vontade
que eu me tornasse para sempre seu
brinquedo imortal..

Eu sempre serei amaldiçoado a saciar
seus desejos Carmilla
E assim Quando chega a hora
o sangue correrá como o vinho
Das veias desse seu brinquedo imortal.

A loucura que atrai e entorpece




A loucura que atrai e entorpece



Silencio mórbido.
Infecção que domina.

A maldade injetada na veia das incertezas.
Como a droga da loucura, que circula,
pela corrente sanguínea da insanidade...

O doce veneno do escorpião.
Que escorre lentamente dos lábios da loucura.
A escuridão que te envolve em seu abraço...

O beijo letal daquela que lhe traz a morte.
Prazeres insanos.
Desejos profanos...

Se tornando dependente de seus caprichos.
Um viciado em queda livre no abismo sem,
volta da autodestruição...

Da fuga da realidade ao presente mórbido.
A morte lhe sorri!
A espera de sua alma...

A loucura que atrai e entorpece.
O vicio!
A adrenalina do momento final.

A tormenta de angustia que te envolve,
ao retornar ao mundo real.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

A sede

Poema ilustrado por meu amigo Umberto Buffa artista italiano



A sede


Por que você faz isso comigo?
Me deixe em paz! Não a quero...
mas me entrego aos seus desejos.

Veja o que me fez fazer?
Você me transformou em um monstro!
Estou coberto pelo sangue dessa jovem e
inocente criança...

Por que me controla assim...
Como se eu fosse uma marionete ao seu dispor?
Tendo cada passo controlado habilmente,
por suas mãos talentosas.

Você tem o dom de me tomar por completo
em seu braços, me usando para saciar seus
caprichos e desejos...
Insana e sem escrúpulos.

Mas não consigo me livrar de você...
Estás presa a mim, como se fosse
uma bela tatuagem!
E, isso nos torna um único ser...

Ah, minha doce amante maligna,
Que me deixa a beira da loucura...
Não consigo resistir! Não tenho mas forças
para mantê-la longe de mim...

Me entrego a ti , minha amante noturna...
para saciar seus desejos! Para que possa,
descansar , mesmo que por uma única noite.
Pois a dor e loucura, são demais para mim
mesmo sendo eu, um ser Imortal.

Assim lhe dou o que tanto queres,
Para que possas descansar desta sede maldita.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

A sombra de Agnes

Poema ilustrado por meu amigo Umberto Buffa artista italiano


A sombra de Agnes

Caminhei pela escuridão enevoada
Onde está a sua casa dama da noite?
Agora meu coração vive só no silêncio
Você tinha um nome!

Agnes...
E uma visão tão estranha do mundo.

Você que sempre fora diferente
Perverso e inocente
E frio como um castelo de gelo.
Então, a última vez que você me disse adeus.

Olhando para aquele espelho antigo
Preso no âmbito de outras vidas.
Nada viu! E por um segundo, eu morri
Queria gritar...

Quando aquelas lembranças me tomarão
Queria fugir
Quando um beijo mortal me dominou.
E eu estou aqui!

Quando chega a hora
sei que o fogo em nós despertará.
O gosto de sangue quente a dominará.
Olhe para frente minha dama...

No espelho! Lá, você verá a sobra
Das memórias perdidas, olhe pra você.

Nem sequer ouviu o cantar de sangue
Veio sobre mim como um grande nada
Hoje eu a entendo
Agora você vive em mim.

Desde então, a idéia do caminho se tornou
sua missão Agnes...


E agora eu sou diferente!
Como você. Sou perverso e inocente.
E só quando sinto um estranho calafrio a
percorre meu corpo.

Olho no espelho.
Mas você não estava-la.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Corpo sem alma

Minha nova parceria com o ilustrador italiano Umberto Buffa...


Corpo sem alma



Desperto em meio á penumbra,
Envolvido pelo canto da escuridão.
Caminha pela eternidade...

Nada... E o que sinto!
Memórias fragmentadas
Morte de meus sentimentos.

Sem emoção.
Ou compaixão...

Sem amor.
Ou solidão...

Sem tristeza
Ou alegria...

Senhor do vazio a me envolver,
Na trama de suas garras.

Abatida... Ultima presa na constante,
Caminha da vida...

Meus olhos se fecham e tudo compreendo!
Então é assim que se sente um,
Corpo sem alma?

O relado de um anjo caído

O relado de um anjo caído


Fui expulso do reino de luz por não aceita seus caprichos.
Um filho da pureza divina castigado e torturado por não,
obedece aos desejos insanos do grande pai.
Morada de seres angelicais, que se embriagam com o cálice,
da inveja...

As memórias de outrora guardo com tristeza em meu coração.
Quando o grandioso pai deu vida a sua nova criação.
A chamada raça humana dava seus primeiros passos então!
E os seres alados contentes cataram em harmonia.
Mas então a chama da inveja despertou em vossos corações...

Começou com um arcanjo!
O dito, mas belo entre todos na morada dos céus.

Tentou usurpar o trono de seu pai, espadas flamejantes se chocaram,
pela primeira vez a pureza do reino dos céus foi machada por sangue...
Tornou-se um caído levando consigo legiões de seres alados que,
compartilhavam de suas idéias.
Enviado ao reino das sombras deu inicio ao seu reino infernal...

Tola decisão do monarca da morada celestial. Que criara Lúcifer o arcanjo
infernal que um dia destruirá os portões do paraíso reclamando seu trono..

Agora aqui estou eu! Um mero anjo em queda livro para o abismo da,
escuridão simplesmente por não compartilha de suas idéias de aniquilação.
Já tentaram de todas as formas por fim a grande criação sobre as ordens,
Deus criador.

Peste... Secas... doenças..
E por fim o grande dilúvio.
Mas mesmo com todas essas provações o mundo mundano,
manteve-se firme e não encontrou sua total extinção...

O meu pai querido!
Sua luz de loucura não iluminara meu coração.
Quando a escuridão desperta.
As portas do submundo serão abertas para um mundo sem luz..

Então retornarei das entranhas da morte, e com minhas assas negras,
composta de trevas darei inicio a minha vingança.