terça-feira, 12 de junho de 2012

Dia dos namorados

Dia dos namorados


Uma data para comemora.
Uma data tão festejada pelo mundo.
Seja pelos presentes, beijos ou caricias.

Seja pelas loucuras momentâneas.
Ou pelas atrapalhadas declarações, de amor.
Tudo e valido. Da mas simples palavra.
Ao mas requintado dos poemas.

No improviso da vida!
Seguimos em nosso caminho.
Cada dia e um verso.
E cada verso e o desperta de um sentimento.

Eternos enamorados.
Entrelaçados pelo destino.

Se você e a bela!
Posso disser que sou a fera.
O yin yang perfeito.
Em um mundo tão imperfeito.

Minha amiga
Minha amada
Minha diva
Minha namorada.


Por: Eddy Khaos

segunda-feira, 11 de junho de 2012

"NO DIA 20 DE JULHO, DÊ UM LIVRO NACIONAL DE PRESENTE"


"NO DIA 20 DE JULHO, DÊ UM LIVRO NACIONAL DE PRESENTE"

DIMENSÕES.BR - VOLUME II
CAMINHOS DO MEDO - VOLUME II
BOLA DE PELO - CONTOS SOBRE GATOS
DIAS CONTADOS - VOLUME II
DIAS CONTADOS - VOLUME III
HISTÓRIAS ENVENENADAS - VOLUME II
Almoço em Família
POETAS DE SAMPA
Poetas da Confrataria

Estão participando com uma promoção mais do que especial! De 09 a 20 de julho – R$25,00 o exemplar, já com as despesas de postagem inclusas.
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Lançamento do livro O Anjo poeta

Sábado, 16 de Junho de 2012 / Das 14:00 até 23:00

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domingo, 10 de junho de 2012

Não sou um homem afortunado.


Não sou um homem afortunado.
Não possuo posses ou riquezas.
Mas, tenho algo que para mim vale muito mais que barras de ouros, diamantes ou rubis.

Tenho o amor pela escrita.
Onde posso moldar mundos e criar dimensões, apenas com a mistura de algumas palavras.
Isso para mim é a verdadeira riqueza de um homem.
Poder se sentir vivo, simplesmente por contar suas historias e encantar o mundo.



Eddy Khaos

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Sou um servo,sem aquem servi.


Sou um servo,sem aquem servi.
Um apaixonado,sem a quem amar.
Um poeta em queda livre no abismo,
infinito...

De um sentimento chamado amor,

por:Eddy khaos

Morte na prisão celestial



Morte na prisão celestial


Eis meu senhor nesse mundo de profana solidão.
Morte na prisão celestial de meu sentimento.
Correntes de amargura, para esse insano ciumento.
Eis em seus braços que busco a redenção.

Eis tu que desfaz as amarras das incertezas e amarguras.
Guiando-me pela escuridão indiscriminada. E incontaminada
Eis tu que possuí a chave do tempo ao qual estou aprisionada.
Liberte-me dessas grandes invisíveis e obscuras.

Eis tu deus do tempo! Cronos meu senhor supremo.
Regente das eras esquecidas, soberano extremo.
Minhas asas foram arrancadas e minha imortalidade roubada.

Eis tu que ouviras minha suplica!
O descaso eteno a morte simbólica.
Enfim a liberdade que tanto clamava.

A queda da primeira mulher


A queda da primeira mulher



Eis, filha das trevas e da solidão.
Carrega contigo magia, espada e coração.
Na trilha do destino ouvindo uma bela canção.
Traída por aquele que amou.
Que chamam de Adão.

Expulsa do paraíso por não aceita seus caprichos,
Lilith, Deusa mulher!
Filha do mundo e a mãe amargurada...
Senhora de todos os demônios.
Que só deseja ser amada.

Angustiada!
Aprisiona-se ao seu trono solitário,
feito carrapicho.

A queda da primeira mulher.
Foi assim que a historia chamou.
Nem por isso seus encantos se penderam.

E muitos que a amaram.
Pereceram diante de sua pele pálida,
e seus lábios gélidos.

Agora jaz uma deusa do sangue maldito,
Dama de todos os prazeres e dito.
Mais prisioneira de seus próprios caprichos.